Edson Milton Ribeiro Paes.
"Eterno Aprendiz"
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”A VIDA E SEUS CICLOS ATEMPORAIS”
 
 
Eu nunca me importei com sol ou chuva. Jamais usei guarda chuvas.
Minha Mãezinha todo ano comprava um para mim.
Mas eu o deixava propositalmente no ônibus.
Sempre enfrentei as adversidades de peito aberto.
Nunca copiei rascunho, sempre escrevi minhas laudas.
As estradas que percorri se foram íngremes ou não eu as escolhi.
Não posso culpar uma pessoa sequer dos meus fracassos e decepções.
Os fracassos eu os cometi, e as decepções eu supervalorizei pessoas.
Eu me formei na faculdade da vida na matéria sobrevivência.
Eu fui onde quis e quando eu decidi.
Infelizmente não posso culpar ninguém por minhas lagrimas, e também não posso creditar a ninguém os meus sorrisos.
Sou um pacote de erros e acertos que de alguma maneira consegue sobreviver.
Nunca fui escravo do trabalho e nem do ócio.
O meu maior patrimônio é a propriedade das minhas horas.
Sim eu sou dono do meu tempo e o distribuo da forma que eu quero. Já perdi tempo por minha culpa, mas jamais por culpa de algum. Quem pensa que me doutrina acaba de dar recibo que foi por mim doutrinado.
Se sou prepotente? 
Talvez, acho que no que diz respeito a minha pessoa sou a autoridade maior.
Gosto de ser gentil com todos, mas sempre primeiro comigo.
Faz-me muito bem tratar bem as pessoas, mas as trato bem porque antes de tudo eu sou feliz por isso.
A máxima de que eu sou assim e não mudo não serve para minha pessoa. Eu mudo quantas vezes forem necessárias.
A também máxima de que, Eu tenho uma só cara. Também não serve para mim. Eu tenho tantas caras quantas forem às respostas as minhas indagações. Jamais vou tratar de meu amor quem me esbofeteia. E jamais vou esbofetear quem me acaricia.
São varias vidas em uma só vida. Os ciclos demarcam épocas, começos e recomeços. Tudo sincronicamente detalhado.
O fim de algo não significa quase nada. O fim de alguma coisa é o inicio de outra. Por mais que sejamos alheios, disléxicos, desconexos ou mesmo despreparados para algumas situações, a ordem da sincrônica estrutura vivencial protege até os esquecidos alavancando-os a estágios superiores até por uma questão cronológica de chegada.
Às vezes uma vida parece ser pouco tempo. Pessoas estendem seus ciclos mesmo depois deles terem acabado.
Assim agindo um ciclo atropela o tempo do outro e a pessoa em questão fica sem saber quando o ciclo começou e se decepciona quando ele acaba prematuramente.
Nunca um ciclo termina antes ou depois do estipulado pela sincrônica ordem universal.
Nós humanos desatentos é que não percebemos quando determinadas situações acabam.
Quando o ser humano aprender a conhecer os sinais dos tempos, os ciclos o levaram a otimizar de forma produtiva e satisfatória todos os momentos disponíveis.
No mais é observar um pouco mais os sinais!!!
 
 
 
EDSON MILTON RIBEIRO PAES
Enviado por EDSON MILTON RIBEIRO PAES em 01/12/2017

Música: (Metamorfose Ambulante) - Raul Seixas

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